Competências sociais a favor da “Consciência Organizacional”

competencias sociais a favor da consciência organizacional

Por Débora Arakaki

O ser humano parece ser um eterno aprendiz e o colaborador que tem conseguido se manter equilibrado num momento tão delicado no qual estamos vivenciando, acaba pois sendo um modelo de experiência a ser seguido não só pelos colegas, municiando-os de novos entendimentos, mas também comportando-se como uma “mola propulsora” capaz de transformar a realidade e a existência da organização na qual está inserido.

Ainda hoje, as competências sociais, relacionadas à necessidade de interagir com as pessoas, boa comunicação, bom senso/sensibilidade para trabalhos em grupos, prevalecem sobre quaisquer outras, sejam elas, negociais, técnico profissionais, e afins.

Diante das inúmeras mudanças globais, dos avanços tecnológicos, do aumento da competitividade, da concorrência pela melhor “capacitação”, pela busca de um diferencial competitivo, cada vez mais as empresas tentam, por meio da inovação, enfrentar os entraves do mundo corporativo, mas a força individual e a adequação das competências sociais ganham cada vez mais espaço, e manter-se equilibrado é fundamental para implementação das conquistas profissionais e até mesmo o bem estar diário!

De maneira agregada, esse colaborador que detém essas competências sociais, traduz sua experiência para empresa numa espécie de conhecimento compartilhado, criando-se, uma “Consciência Organizacional”.

Potencial da “Consciência Organizacional”

Essa “Consciência Organizacional” se traduz num sistema social implícito estabelecido, criando mecanismos harmônicos de compromissos e pactuações cadenciadas quem vem a reforçar a causa coletiva e contribuindo, assim, para a compreensão do todo institucional, podendo-se falar até em espiritualidade organizacional.

Certo é que, o senso de propósitos coletivos ressignifica a rotina maçante, ainda que virtual, do mundo corporativo. Esta mudança na percepção por parte de um colaborador uma vez ampliado aos demais pode contribuir para um dia a dia mais agradável, mais leve, mais sereno.

Nesse nível, a organização mostra a capacidade de renovação, adaptação e transmutação, características que se alinham, portanto, a uma cultura de desenvolvimento e aprendizagem.

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