No editorial desta edição Marcelo Mascaro Nascimento faz um contraponto a críticas que surgiram após a edição das novas súmulas do TST. Pela sua importância, o tema é objeto mais uma vez da seção jurisprudência comentada do boletim.

Nesta edição damos continuidade aos comentários às novas súmulas do TST, pela importância que representam. Pois, se no passado não tão distante eram raros os momentos em que o tribunal reconhecia anacronismos de alguns de seus entendimentos, após a criação da súmula vinculante começaram a tomar destaque essas figuras  de uniformização da jurisprudência.
 
Algumas respeitáveis opiniões  têm surgido afirmando que o TST tornou-se  uma “usina de súmulas”, fazendo destas um instituto “mais forte que a lei”, além de gerar certa insegurança jurídica, devido a alterações de entendimentos.  Contudo, não podemos  deixar de acentuar  que tal postura proativa vem ao encontro das necessidades de uma sociedade dinâmica, moderna e que vem sofrendo grandes transformações também no mundo do trabalho.  Essa transformação, especialmente, a lei não tem acompanhado no ritmo que deveria.
 
Boa leitura a todos!
Marcelo Mascaro Nascimento

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